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overpower install

Escreve. Imprime o plano, com todo destino e quem o lê, antes de encostar em disco, e pergunta antes de escrever quando há um terminal do outro lado.

Comando · overpower install

overpower install [--runtime <key>] [--skill <name>] [--bundle <name>] [--mcp <name>] [--ai-framework <name>] [--from <url>] [--global] [--force] [--yes] [--dry-run]

overpower install --skill "panlabs-python-standards" --runtime "claude-code"

Os quatro seletores se misturam livremente numa linha só, e cada um aceita valor separado por vírgula, a repetição da flag, ou as duas coisas. Quando a linha resolve para escritas em mais de uma unidade, elas acontecem sempre na mesma ordem, framework, depois bundle, depois artefato avulso, depois servidor MCP, e a unidade mais específica escreve por último.

Num terminal, uma linha que não fecha um plano abre o assistente em vez de simplesmente recusar. Ele abre só os passos que a sua linha deixou em aberto, sempre na mesma ordem, e o que ele coleta vira exatamente a mesma requisição que a linha digitada à mão teria montado.

Opções

#--skillname

Uma skill do pool, instalada sozinha. Aceita a forma curta -s.

#--runtimekey

Quem recebe o que foi instalado. Aceita as chaves de uma tabela fechada de 77 runtimes, e não tem valor padrão. O que acontece sem ele depende de haver terminal: num terminal, uma linha que nomeia o que instalar e nenhum runtime abre o assistente no passo que faltou; fora de terminal, ela recusa com saída 2 em vez de adivinhar. A exceção é a linha que mistura skill e servidor MCP, que exige o runtime nomeado nos dois casos.

#--bundlename

Um bundle, expandido nos artefatos de pool que o manifesto dele nomeia. Aceita a forma curta -b.

#--mcpname

Um servidor MCP, enxertado na configuração do próprio runtime. Aqui nada é copiado, e sim acrescentado dentro de um documento que já é seu.

#--ai-frameworkname

Um AI Framework, instalado inteiro. Ele não tem forma curta de propósito, porque -f já é --force neste mesmo comando.

#--fromurl

Instala a partir de um repositório do GitHub, sem passo de registro. Uma vez na linha, o catálogo embutido não é consultado.

#--dry-runflag

Resolve tudo, imprime o plano, espelha o código de saída real e não escreve nada, nem um diretório vazio.

#--yesflag

Pula a confirmação antes da escrita. Aceita a forma curta -y. Fora de terminal ele é aceito e não faz nada, porque lá não há confirmação a pular. Num terminal ele tem um segundo efeito: um destino já ocupado no escopo de máquina deixa de virar pergunta e vira recusa, com saída 3, onde a linha sem -y teria perguntado e podido escrever. Quem levanta essa recusa é --force, e só ele.

#--forceflag

Sobrescreve um destino que já existe no escopo de máquina, sem perguntar. No escopo de repositório não tem efeito, porque lá o git status já revela e desfaz. Aceita a forma curta -f.

#--globalflag

Escreve sob o diretório do usuário em vez do repositório atual. Aceita a forma curta -g.