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Instalação

Como obter o overpower, o atalho op que de propósito não é instalado, e a flag que prova que o pacote chegou inteiro.

Não há nada a instalar, no sentido usual, para experimentar o overpower uma vez. Escolha o gerenciador que você já usa.

Obter

uvx overpower@latest install --skill panlabs-python-standards --runtime claude-code

O uvx baixa o pacote num ambiente isolado e efêmero, roda e joga o ambiente fora. Nada sobra na máquina além do que o próprio overpower escreveu, sem entrada em site-packages global, sem virtualenv esquecido, sem nada para desinstalar depois porque você experimentou uma flag uma vez. É a forma certa de rodar a partir de CI, de um terminal de uma vez só, ou de qualquer contexto em que instalado para sempre seja o padrão errado.

Se você recorre ao overpower com frequência suficiente para que digitar uvx overpower@latest toda vez vire atrito, instale como ferramenta persistente. Isso põe um executável overpower no seu PATH, resolvido uma vez em vez de a cada invocação, o que significa que ele deixa de se atualizar sozinho como o @latest faz, e uv tool upgrade passa a ser algo que você roda de propósito.

O que ele exige da máquina

Python 3.12 ou mais novo. É o piso declarado pelo pacote, e o uvx o respeita sozinho: ele monta o ambiente com um interpretador que sirva, baixando um se a máquina não tiver nenhum que sirva.

As dependências vêm com o pacote e você não instala nada à mão. São quatro, e todas de terminal: o parser da linha de comando, o desenhista das telas, o motor das perguntas do assistente e a camada de teclado embaixo dele.

O catálogo não é uma delas. Ele vem embutido no próprio pacote, e é por isso que a versão da ferramenta é a versão do catálogo.

O atalho op que você mesmo faz

Digitar overpower por extenso, toda vez, é mais longo do que a maioria das pessoas quer. A correção óbvia é um alias de shell:

alias op='overpower'

O overpower não cria esse alias para você, e não publica um executável op. É omissão deliberada, não descuido. op já é o nome da CLI do 1Password, que mora em /usr/local/bin/op em muitas máquinas de desenvolvimento e costuma vir antes de ~/.local/bin no PATH. Publicar um segundo op sombrearia calado uma ferramenta de credencial, e o uv recusa a instalação inteira assim que detecta colisão de nome entre ferramentas que ele gerencia, então até o modo de falha honesto custaria também o comando overpower.

Se você já usa o op do 1Password, escolha um nome que não colida. Só você sabe o que ocupa esse nome na sua máquina, e é por isso que a decisão fica com você, como uma linha que se digita uma vez, em vez de embutida no que o pacote instala.

alias opw='uvx overpower@latest'

Um alias é conveniência de shell interativo e nada além. Ele não expande sob sh -c, que é como um alvo de Makefile e vários runners de CI invocam um comando, então op dentro de um desses contextos falha com command not found independentemente do que o seu perfil define. Isso não custa nada na prática, porque a linha que um Makefile, um workflow de CI ou este próprio site escrevem é o uvx overpower@latest inteiro de qualquer forma.

--version como prova de que o pacote chegou inteiro

uvx overpower@latest --version

O --version lê a versão dos metadados do próprio pacote instalado, e não de um texto fixado em algum ponto do código. Como o catálogo vem embutido na mesma wheel que o código, o número que ele imprime é também, por construção, a versão do catálogo que veio junto.

É a conferência mais barata disponível de que o que chegou na máquina é o que deveria chegar. Sem instalação parcial, sem cache velho se passando por atual, sem ambiguidade sobre de qual catálogo você está prestes a instalar.