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Security Champion

O papel de ponte entre segurança e engenharia numa squad de plataforma, do bloqueio que parou seis repositórios até o inventário que sobreviveu ao papel.

Encerrada quando o programa interno trocou o formato de champion por equipe pelo de revisão sob demanda. Foram quatro trimestres, e o que sobrou de valor não foi nenhuma ferramenta: foi descobrir em que ordem as coisas precisam acontecer para que uma trava seja aceita em vez de contornada.

Como foi

  1. Primeiro trimestre, A varredura que reprovava tudo: ligar a varredura em modo bloqueante no primeiro dia parou seis repositórios e não produziu um achado acionável.
  2. Segundo trimestre, O segredo no commit: o vazamento não foi o problema; o problema foi descobrir que rotacionar era manual.
  3. Terceiro trimestre, A exceção que virou regra: toda trava precisa de uma saída, e a saída precisa de prazo.
  4. Quarto trimestre, O inventário de imagens: a pergunta "onde essa imagem roda?" não tinha dono, e passou a ter.

O que não funcionou

Ligar a varredura em modo bloqueante no primeiro dia. Seis repositórios pararam, e nenhum achado era acionável. Voltou para relatório por três meses antes de bloquear de novo, e o segundo bloqueio passou sem uma reclamação.

Medir o programa por número de achados. O número sobe quando a ferramenta fica mais barulhenta, não quando o sistema fica mais seguro. Trocado por tempo até a correção, que é o que dói de verdade.

Tratar exceção como falha de disciplina. Sem uma saída declarada, quem precisa entregar contorna a trava por fora, e aí ninguém sabe quantas exceções existem. Exceção com prazo e dono é registro; exceção proibida é ponto cego.